1. Como surgiu a ideia de criação desta empresa?
A empresa foi fundada em 1974 para dar sequência ao projecto familiar que Joaquim Augusto Pereira Faria tinha iniciado na década de 50.
Os filhos deste, Tiago Faria e Joaquim Faria, pretendiam desenvolver a industria de mobiliário noutra dimensão e dai a necessidade de criação da Vilarmovel Lda.
2. Quais as principais obras já realizadas?
A Vilarmóvel actua em três sectores:
1 – Mobiliário doméstico: onde se destacam clientes como a MOVIFLOR e VILARMOVEL ANGOLA.
2 – Cozinhas & carpintarias: diversas obras de condomínios habitacionais com especial incidência na zona de Lisboa e Algarve e mais recentemente em Angola.
3 – Hotelaria & decoração: diversos projectos hoteleiros na zona do Algarve, zona Oeste e mais recentemente em Angola.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Actualmente a empresa encontra-se em fase de fornecimentos dos seguintes projectos: “VISTISMAR” – Albufeira, “Hotel Inspira St. Marta – Lisboa”, “Ferreiras condomínio – Tomar”, “Condomínio Ensa Talatona – Luanda”, “Hotel Soyo – Angola” e “Hotel Bago Vermelho – Uige-Angola”.
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
A maior qualidade é a capacidade empreendedora das suas pessoas. Maior defeito são as más acessibilidades e falta de capacidade mobilizadora por um objectivo comum do concelho.
5. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
Aquelas que ainda resistem á crise, com certeza que sim. Destacam-se realmente algumas empresas do concelho que tem sabido inovar e resultado disso está a vista.
6. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Sim.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Capacidade e empenho de todos os que nela trabalham.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Não.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
Através do alargamento da gama de produtos e procura de novos mercados com especial enfoque em Angola.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
É uma realidade. Constituímos em 2008 uma empresa de direito Angola que resulta de uma parceria com uma empresa local. Para outros mercados tem existido algumas vendas esporádicas, mas para já o objectivo passa pela consolidação da aposta em Angola.
11. Quais os objectivos para o futuro?
Crescimento sustentado e equilibrado. Reduzir a dependência/concentração de vendas num determinado tipo de produto e num determinado cliente/mercado.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Entrevista a Nazareno do Carmo (Facir)
1. Como surgiu a ideia de criação desta empresa?
A criação desta empresa surgiu pela necessidade que havia na ligação de vários pólos em Fátima e tínhamos necessidade de expandir o negócio, entrando noutros mercados.
2. Quais os principais projectos em que participaram?
O nosso primeiro grande projecto foi a Expo98 (mas não entrámos, porque a proposta que nos foi enviada não nos era possível cumprir, sendo necessário muitos equipamentos), campanhas de Natal em várias cidades como Leiria, Santarém, Vila Franca de Xira, Porto, Vila Nova de Gaia, São João da Madeira, Póvoa do Varzim e Torres Novas e a Feira da Agricultura em Santarém.
3. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
A grande qualidade é a existência de gente muito criativa e voluntariosa e empresários com capacidade de iniciativa. O grande defeito do concelho é a pouca participação na área desta empresa.
4. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
Sim, existe uma cultura de inovação. A população, especialmente a nível empresarial, é evoluída e opta sempre pela inovação e aproveitamento das novas tecnologias.
5. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Actualmente não, mas já recebemos da MOVE PME para certificação.
6. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
O aspecto que considero ter levado a empresa ao sucesso foi a inovação e fundamentalmente termos sido pioneiros a nível nacional e por o nosso país ser muito virado para o turismo, o que permite ter uma boa aceitação por onde passamos.
7. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Actualmente apenas temos parcerias com empresas de outros concelhos.
8. Como reagiram à recente crise mundial?
Não mexemos nos preços, apesar dos custos do equipamento aumentarem, reduzimos as despesas e aumentámos a qualidade do serviço prestado.
9. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
A internacionalização para nós não compensa. Tem custos muito elevados.
10. Quais os objectivos para o futuro?
Os objectivos para o futuro são estabilizar a empresa ao nível de Fátima, conquistar novos mercados fora de Fátima, mas no contexto nacional, melhorar a qualidade e servir bem o cliente.
A criação desta empresa surgiu pela necessidade que havia na ligação de vários pólos em Fátima e tínhamos necessidade de expandir o negócio, entrando noutros mercados.
2. Quais os principais projectos em que participaram?
O nosso primeiro grande projecto foi a Expo98 (mas não entrámos, porque a proposta que nos foi enviada não nos era possível cumprir, sendo necessário muitos equipamentos), campanhas de Natal em várias cidades como Leiria, Santarém, Vila Franca de Xira, Porto, Vila Nova de Gaia, São João da Madeira, Póvoa do Varzim e Torres Novas e a Feira da Agricultura em Santarém.
3. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
A grande qualidade é a existência de gente muito criativa e voluntariosa e empresários com capacidade de iniciativa. O grande defeito do concelho é a pouca participação na área desta empresa.
4. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
Sim, existe uma cultura de inovação. A população, especialmente a nível empresarial, é evoluída e opta sempre pela inovação e aproveitamento das novas tecnologias.
5. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Actualmente não, mas já recebemos da MOVE PME para certificação.
6. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
O aspecto que considero ter levado a empresa ao sucesso foi a inovação e fundamentalmente termos sido pioneiros a nível nacional e por o nosso país ser muito virado para o turismo, o que permite ter uma boa aceitação por onde passamos.
7. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Actualmente apenas temos parcerias com empresas de outros concelhos.
8. Como reagiram à recente crise mundial?
Não mexemos nos preços, apesar dos custos do equipamento aumentarem, reduzimos as despesas e aumentámos a qualidade do serviço prestado.
9. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
A internacionalização para nós não compensa. Tem custos muito elevados.
10. Quais os objectivos para o futuro?
Os objectivos para o futuro são estabilizar a empresa ao nível de Fátima, conquistar novos mercados fora de Fátima, mas no contexto nacional, melhorar a qualidade e servir bem o cliente.
Entrevista a Hélder Dias (Ramecel)
1. Como surgiu a ideia de criação desta empresa?
Esta empresa surgiu devido a haver uma necessidade por parte dos comerciantes, que tinham dificuldades em abastecer todas as mercadorias. Era uma sociedade participada por todos havendo centenas de accionistas para os abastecer a todos.
2. Quais os principais fornecedores da empresa?
Os principais fornecedores da Ramecel são a Nobre, Johnson, Lever, central de cervejas e Unicer.
3. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
O maior defeito do Concelho de Ourém são as acessibilidades, a falta de intra-estruturas em termos industriais e a falta de apoio da autarquia às PME’s. A maior qualidade do concelho é a localização geográfica (no centro do país e próximo do litoral).
4. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
Não, infelizmente.
5. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Não recebemos apoios do Estado Português.
6. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Os aspectos que levaram a empresa ao sucesso foram a boa organização, margens curtas, necessitando de uma máquina bem oleada e a parte financeira operacional.
7. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Não. Actualmente temos parcerias com empresas de outros concelhos.
8. Como reagiram à recente crise mundial?
A nossa reacção face à crise foi com dificuldade, trabalhando e fazendo uma reformulação em termos comerciais da empresa, tais como, na oferta do produto, qualidade do serviço e preços mais agressivos.
9. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, já é uma realidade. Agora pretende-se aumentar a internacionalização da empresa, tal como a expansão no mercado interno, embora haja dificuldades.
10. Quais os objectivos para o futuro?
Numa primeira fase, os objectivos para o futuro são manter o volume de vendas e a rentabilidade da empresa e numa segunda fase, aumentar o volume de vendas dedicando-nos a outros nichos e mercado, fazendo outras especializações, como o mercado de frescos e congelados.
Esta empresa surgiu devido a haver uma necessidade por parte dos comerciantes, que tinham dificuldades em abastecer todas as mercadorias. Era uma sociedade participada por todos havendo centenas de accionistas para os abastecer a todos.
2. Quais os principais fornecedores da empresa?
Os principais fornecedores da Ramecel são a Nobre, Johnson, Lever, central de cervejas e Unicer.
3. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
O maior defeito do Concelho de Ourém são as acessibilidades, a falta de intra-estruturas em termos industriais e a falta de apoio da autarquia às PME’s. A maior qualidade do concelho é a localização geográfica (no centro do país e próximo do litoral).
4. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
Não, infelizmente.
5. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Não recebemos apoios do Estado Português.
6. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Os aspectos que levaram a empresa ao sucesso foram a boa organização, margens curtas, necessitando de uma máquina bem oleada e a parte financeira operacional.
7. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Não. Actualmente temos parcerias com empresas de outros concelhos.
8. Como reagiram à recente crise mundial?
A nossa reacção face à crise foi com dificuldade, trabalhando e fazendo uma reformulação em termos comerciais da empresa, tais como, na oferta do produto, qualidade do serviço e preços mais agressivos.
9. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, já é uma realidade. Agora pretende-se aumentar a internacionalização da empresa, tal como a expansão no mercado interno, embora haja dificuldades.
10. Quais os objectivos para o futuro?
Numa primeira fase, os objectivos para o futuro são manter o volume de vendas e a rentabilidade da empresa e numa segunda fase, aumentar o volume de vendas dedicando-nos a outros nichos e mercado, fazendo outras especializações, como o mercado de frescos e congelados.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Entrevista a Nélia Saraiva (Vigobloco Pré-Fabricados, S.A.)
1. Como surgiu a ideia de criação desta empresa?
A ideia de criação da empresa surgiu em 1977, pois havia uma falta de oferta de materiais de betão no mercado começando com a fabricação de alguns blocos de cimento. Para colmatar tais falhas surgiu a ideia da criação desta empresa.
2. Quais as principais obras já realizadas?
Como principais obras já realizadas realçamos a Adega da Cartuxa, o Armazém de Calçado em Leiria, a Decathlon de Castelo Branco e Santarém, a SCUT do Porto, A17, Estrutura da Santa Trindade e Residência Universitária em Coimbra.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Os principais projectos que estamos a realizar são a IC9 no Litoral Oeste e a Fábrica da Doce Reina em Pombal.
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
A grande qualidade do Concelho de Ourém é a existência de mão-de-obra qualificada e a localização próxima das matérias-primas. Em oposição, o defeito é as zonas industriais, no caso da Vigobloco, sem viabilidade para crescer e os difíceis acessos.
5. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
Sim, existe exemplos de empresas bem cotadas no concelho.
6. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Sim, POPH para a formação profissional, SIDER – candidatura a Fundos Regionais e bonificação de taxas de juro.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Os aspectos essenciais que levaram esta empresa ao sucesso foram a diversificação de produtos, empreendedorismo e a capacidade de adaptação a novos mercados.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Não temos parcerias ao nível do concelho.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
A reacção à crise foi com grande esforço remando contra a maré, apostando em novos produtos, diferenciação, qualificação dos recursos humanos e redução dos custos.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, actualmente o nosso principal mercado é o de Espanha e está em crise como o Português. Participamos ainda no mercado de Moçambique e estamos a ponderar o mercado do Marrocos.
11. Quais os objectivos para o futuro?
Os objectivos para o futuro são a concepção, investir na área de investigação e desenvolvimento, ter custos controlados, segurança, prazos controlados e diferenciação.
A ideia de criação da empresa surgiu em 1977, pois havia uma falta de oferta de materiais de betão no mercado começando com a fabricação de alguns blocos de cimento. Para colmatar tais falhas surgiu a ideia da criação desta empresa.
2. Quais as principais obras já realizadas?
Como principais obras já realizadas realçamos a Adega da Cartuxa, o Armazém de Calçado em Leiria, a Decathlon de Castelo Branco e Santarém, a SCUT do Porto, A17, Estrutura da Santa Trindade e Residência Universitária em Coimbra.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Os principais projectos que estamos a realizar são a IC9 no Litoral Oeste e a Fábrica da Doce Reina em Pombal.
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
A grande qualidade do Concelho de Ourém é a existência de mão-de-obra qualificada e a localização próxima das matérias-primas. Em oposição, o defeito é as zonas industriais, no caso da Vigobloco, sem viabilidade para crescer e os difíceis acessos.
5. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
Sim, existe exemplos de empresas bem cotadas no concelho.
6. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Sim, POPH para a formação profissional, SIDER – candidatura a Fundos Regionais e bonificação de taxas de juro.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Os aspectos essenciais que levaram esta empresa ao sucesso foram a diversificação de produtos, empreendedorismo e a capacidade de adaptação a novos mercados.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Não temos parcerias ao nível do concelho.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
A reacção à crise foi com grande esforço remando contra a maré, apostando em novos produtos, diferenciação, qualificação dos recursos humanos e redução dos custos.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, actualmente o nosso principal mercado é o de Espanha e está em crise como o Português. Participamos ainda no mercado de Moçambique e estamos a ponderar o mercado do Marrocos.
11. Quais os objectivos para o futuro?
Os objectivos para o futuro são a concepção, investir na área de investigação e desenvolvimento, ter custos controlados, segurança, prazos controlados e diferenciação.
Entrevista a Amílcar Silva (Verdasca & Verdasca S.A.)
1. Como surgiu a ideia de criação desta empresa?
A criação desta empresa surgiu entre dois irmãos que viveram endividados muitos anos e à medida que o tempo passava cresceram. Quando a empresa surgiu eles fabricavam alguns blocos de cimento.
2. Quais as principais obras já realizadas?
As principais obras realizadas foram o Zoomarine, Freeport Alcochete, Taguspark, Hospital S. André e como exemplo de uma obra no Concelho de Ourém foi o Aldi.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Entre os projectos actualmente a realizar destaca-se uma parceria em Évora, no Alqueva, construção de pavilhões no Montijo e em Cabo Verde.
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
A maior qualidade é o elevado nível da indústria e a zona turística de que são exemplos o Castelo e Fátima. O maior defeito será o défice da Câmara Municipal.
5. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
“Não respondeu.”
6. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Sim, actualmente recebemos do QREN e os juros de empréstimos.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
A determinação dos administradores, a prevalência de muito arrojo, o serem muito aventureiros e o facto de apostarem muito, são os aspectos de ter levado a empresa ao sucesso.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Temos parcerias com as sociedades “Manuel Saraiva S.A.” e “Sulférial”.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
Reagimos contra ela, aumentando o volume de negócios e apertando com os clientes.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, actualmente já é uma realidade a internacionalização empresarial. Exportamos para Cabo Verde e para Espanha, apresar de ser muito pouco o valor de venda.
11. Quais os objectivos para o futuro?
A falta de capital para investir é uma objecção aos fins para o futuro.
A criação desta empresa surgiu entre dois irmãos que viveram endividados muitos anos e à medida que o tempo passava cresceram. Quando a empresa surgiu eles fabricavam alguns blocos de cimento.
2. Quais as principais obras já realizadas?
As principais obras realizadas foram o Zoomarine, Freeport Alcochete, Taguspark, Hospital S. André e como exemplo de uma obra no Concelho de Ourém foi o Aldi.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Entre os projectos actualmente a realizar destaca-se uma parceria em Évora, no Alqueva, construção de pavilhões no Montijo e em Cabo Verde.
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do Concelho de Ourém?
A maior qualidade é o elevado nível da indústria e a zona turística de que são exemplos o Castelo e Fátima. O maior defeito será o défice da Câmara Municipal.
5. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do Concelho?
“Não respondeu.”
6. Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Sim, actualmente recebemos do QREN e os juros de empréstimos.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
A determinação dos administradores, a prevalência de muito arrojo, o serem muito aventureiros e o facto de apostarem muito, são os aspectos de ter levado a empresa ao sucesso.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso Concelho?
Temos parcerias com as sociedades “Manuel Saraiva S.A.” e “Sulférial”.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
Reagimos contra ela, aumentando o volume de negócios e apertando com os clientes.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, actualmente já é uma realidade a internacionalização empresarial. Exportamos para Cabo Verde e para Espanha, apresar de ser muito pouco o valor de venda.
11. Quais os objectivos para o futuro?
A falta de capital para investir é uma objecção aos fins para o futuro.
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