1) Como surgiu a ideia da criação desta empresa?
Esta empresa surgiu numa ideia de constituição de uma empresa pessoal, virada para o negócio pessoal e rendimento próprio.
Posteriormente passou para empresa Lda. e mais tarde para S.A.
2) Quais as principais obras em que participaram?
Já participámos em inúmeras obras. Apesar disto e como tudo umas foram mais importantes, nomeadamente a Torre de S. Rafael, J.P. Vinhos, alargamento do aeroporto de Faro e Ponta Delgada e Sala Júlio Verne (Expo 98).
3) Quais os principais projectos actualmente?
Actualmente estamos inseridos em vários projectos, nomeadamente, pontes rodoviárias em Angola, cinco escolas multiusos do Oriente ( condomínio privado no Parque das Nações) e expansão da Rodoviária do Tejo em Torres Novas.
4) Na sua Opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do concelho de Ourém?
(risos) De facto e se estivéssemos a apontar defeitos, não sairíamos daqui, mas em relação à qualidade o nosso concelho tem de facto uma óptima localização geográfica.
5) Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do concelho?
Sim, penso que sem sombra para dúvidas existe uma cultura de inovação no nosso concelho, nomeadamente ao nível das novas tecnologias.
6) Recebe alguns apoios comunitários, ou outros concedidos pelo Estado Português às PME´s?
Sim, recebemos um pequeno apoio comunitário, mas apesar disto, este quando analisado e traduzido para números, é quase nulo, cerca de 15.000 euros em 5 anos.
7) Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Esta empresa passou por várias fases de construção/elaboração/crescimento, das quais vou destacar as mais importantes: numa primeira fase tivemos sucesso, devido ao facto de ser uma empresa pioneira, e posteriormente entramos numa fase de prestigio e qualidade, o que foi muito benéfico.
8) Actualmente tem parcerias com algumas empresas do nosso concelho?
Parcerias mesmo não, mas ao nível de subempreitadas poderemos considerar uma pequena parceria.
9) Como reagiram à recente crise mundial?
Reagimos à crise de forma positiva mas algo receosa. Reagimos com os pés assentes no chão, expressão popular que costumamos utilizar em momentos como este. Tentámos ver as zonas mais afectadas na nossa empresa e melhorar em alguns aspectos, tentando optimizar todos os factores produtivos.
10) A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, de facto a internacionalização empresarial já é uma realidade, mantendo a nossa empresa cada vez mais relações comerciais com países Africanos, tendo Angola e Moçambique mais incidência ao nível da exportação.
11) Quais os objectivos para o futuro?
Os objectivos para o futuro são claros, melhorar em todos os aspectos, aumentando a produção e reduzir os custos.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Entrevista a David Gameiro (Henriques & Henriques)
1. Como surgiu a ideia da criação desta empresa?
O fundador da empresa, o Sr. Henriques, começou por trabalhar na Fametal, onde ganhou alguma experiência como soldador. Depois, devido ao seu espírito empreendedor resolveu desenvolver um negócio por conta própria. Começou por trabalhar na garagem, e depois evoluiu até esta fábrica que temos hoje.
2. Quais as principais trabalhos já realizadas?
Os reservatórios para GPL e os tanques que fizemos para a Central Termoeléctrica do Pêgo.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Os filtros de carvão activado para um cliente da Bélgica.
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do concelho de Ourém?
Começando pelo defeito, é sobretudo a falta de mão-de-obra especializada, principalmente na área da soldadura. A qualidade acho que é a grande gama de oferta de empresas, ou seja, um sector industrial muito forte.
5. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do concelho?
Sim. Na zona industrial podemos encontrar facilmente muita variedade.
6. Recebe alguns dos apoios comunitários, ou outros concedidos pelo Estado Português às PME’s?
Sim. Recebemos, por exemplo, num projecto de financiamento para os três pavilhões GPL que foram construídos.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Essencialmente, o espírito empreendedor do sócio-fundador. Depois a busca no mercado, sempre atentos aos novos produtos e às inovações que vão aparecendo.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso concelho?
Sim, com a empresas que fazem parte do nosso grupo, a Ecodepur e a Petrometal.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
Com uma reestruturação imediata da empresa, baseada numa análise mais aprofundada dos custos e numa procura mais agressiva de produtos e clientes.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, já é uma realidade há 10 anos.
11. Quais os objectivos para o futuro?
Os objectivos passam sempre por aumentar a satisfação dos clientes e colaboradores, pela melhoria da qualidade dos nossos produtos, por uma procura continuada de novos mercados e pelo aumento do volume de vendas e resultados.
O fundador da empresa, o Sr. Henriques, começou por trabalhar na Fametal, onde ganhou alguma experiência como soldador. Depois, devido ao seu espírito empreendedor resolveu desenvolver um negócio por conta própria. Começou por trabalhar na garagem, e depois evoluiu até esta fábrica que temos hoje.
2. Quais as principais trabalhos já realizadas?
Os reservatórios para GPL e os tanques que fizemos para a Central Termoeléctrica do Pêgo.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Os filtros de carvão activado para um cliente da Bélgica.
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do concelho de Ourém?
Começando pelo defeito, é sobretudo a falta de mão-de-obra especializada, principalmente na área da soldadura. A qualidade acho que é a grande gama de oferta de empresas, ou seja, um sector industrial muito forte.
5. Existe uma cultura de inovação na maioria das empresas do concelho?
Sim. Na zona industrial podemos encontrar facilmente muita variedade.
6. Recebe alguns dos apoios comunitários, ou outros concedidos pelo Estado Português às PME’s?
Sim. Recebemos, por exemplo, num projecto de financiamento para os três pavilhões GPL que foram construídos.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Essencialmente, o espírito empreendedor do sócio-fundador. Depois a busca no mercado, sempre atentos aos novos produtos e às inovações que vão aparecendo.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso concelho?
Sim, com a empresas que fazem parte do nosso grupo, a Ecodepur e a Petrometal.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
Com uma reestruturação imediata da empresa, baseada numa análise mais aprofundada dos custos e numa procura mais agressiva de produtos e clientes.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Sim, já é uma realidade há 10 anos.
11. Quais os objectivos para o futuro?
Os objectivos passam sempre por aumentar a satisfação dos clientes e colaboradores, pela melhoria da qualidade dos nossos produtos, por uma procura continuada de novos mercados e pelo aumento do volume de vendas e resultados.
Entrevista a Carlos Batista (Tecnorém)
1. Como Surgiu a ideia da criação desta empresa?
Esta empresa surgiu simplesmente por objectivos e espírito empreendedor dos sócios para avançar com investimentos. Foi então constituída em 1989.
2. Quais as principais obras já realizadas ou em que participaram?
De todas as obras por nós já realizadas, as que mais destaco são o Estádio Municipal do Cartaxo, o Complexo Escolar Arruda dos Vinhos e ainda o Complexo Desportivo do Colégio Carcavelos.
3. Quais os principais projectos actualmente?
Basicamente são projectos inseridos no Programa de Renovação dos Complexos Escolares, do Estado Português:
*Complexo Escolar de Abrantes
*2 Obras em Ourém (Caridade e Beato Nuno)
*2 Obras em Torres Novas (Assentiz e Riachos)
*1 Obra no Entroncamento
4. Na sua opinião, qual a maior qualidade e o maior defeito do concelho de Ourém?
Defeitos há muitos, mas considero as acessibilidades o principal. Quanto à qualidade, penso que os Recursos humanos oferecidos se destacam, pois existem bons trabalhadores neste concelho.
5. Existe uma Cultura de Inovação na maioria das empresas do concelho?
Muito Pouco. As empresas têm limitações no acesso ao crédito. Os bancos são na maioria privados.
6. Recebe alguns dos apoios comunitários, ou outros concebidos pelo Estado Português às PME’s?
Não.
7. Qual o aspecto que considera ter levado esta empresa ao sucesso?
Os aspectos que considero terem levado esta empresa ao sucesso, são essencialmente a qualidade dos Recursos Humanos, a política de serenidade e consequente credibilidade e ainda a formação interna para todos os funcionários.
8. Actualmente, tem parcerias com algumas empresas do nosso concelho?
Neste momento não.
9. Como reagiram à recente crise mundial?
Tendo apostado na qualidade. Ter formação interna dos funcionários. Ultrapassámos a crise até com um ligeiro aumento no volume de negócios.
10. A internacionalização empresarial já é uma realidade, ou faz parte dos principais objectivos da sua empresa?
Já é uma realidade. Roménia e alguns países do Leste Europeu.
11. Quais os objectivos para o futuro?
Alguns investimentos nas áreas das Energias Renováveis, Climatização e Equipamento pesado (máquinas).
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